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O Brasil fortalece comércio de proteína animal com a produção nacional se mantendo robusta em 2025, enquanto especialistas reforçam o papel das carnes, ovos e laticínios na alimentação saudável dos brasileiros.
O Brasil segue como potência mundial na produção e exportação de proteína animal. Em 2025, o setor mantém ritmo estável, com previsão de 31,56 milhões de toneladas produzidas, segundo dados do Ministério da Agricultura. Mesmo com leve queda na produção de carne bovina, o país continua entre os maiores fornecedores globais, especialmente para mercados da Ásia, América Latina e Oriente Médio.
A carne de frango, por exemplo, deve alcançar 15,6 milhões de toneladas neste ano, um crescimento de 2,3% em relação a 2024. Já a produção de suínos deve subir 3,1%, totalizando 5,53 milhões de toneladas. O setor de ovos também mostra força, com estimativa de 48 bilhões de unidades produzidas — número que reforça o papel dos ovos como fonte acessível e nutritiva de proteína.
Mais do que números, o consumo de proteína animal tem ganhado destaque por seus benefícios à saúde. Nutricionistas apontam que carnes, ovos, peixes e laticínios oferecem proteínas completas, com todos os aminoácidos essenciais para o corpo humano. Esses alimentos também são ricos em ferro, vitamina B12, zinco, cálcio e ômega-3 — nutrientes que ajudam na prevenção de doenças como anemia, osteoporose e problemas cardiovasculares.
“A carne bovina é uma das melhores fontes de ferro heme, que é mais facilmente absorvido pelo organismo. Já o frango tem baixo teor de gordura saturada e é excelente para quem busca uma dieta equilibrada”, explica a nutricionista Carla Mendes, especialista em saúde pública.
Os ovos, por sua vez, são considerados um superalimento. Além de proteínas de alta qualidade, são ricos em colina, substância essencial para o funcionamento do cérebro. Peixes como sardinha e salmão também ganham espaço nas mesas brasileiras por serem fontes de ômega-3, que contribui para a saúde do coração e da mente.
Com o avanço da tecnologia, o Brasil fortalece comércio de proteína animal e o setor tem investido em práticas sustentáveis e inovação. Sistemas de rastreabilidade, nutrição de precisão e inteligência artificial estão sendo usados para garantir segurança alimentar e bem-estar animal. Estados como Paraná e Santa Catarina lideram a produção com foco em exportação e certificações ESG, que asseguram responsabilidade ambiental e social.
“O consumidor está mais exigente. Ele quer saber de onde vem o alimento, como foi produzido e se respeita o meio ambiente. Isso tem impulsionado mudanças importantes na cadeia produtiva”, afirma o especialista João Batista Souza, analista de mercado agropecuário.
“O consumidor está mais exigente. Ele quer saber de onde vem o alimento, como foi produzido e se respeita o meio ambiente. Isso tem impulsionado mudanças importantes na cadeia produtiva”, afirma o especialista João Batista Souza, analista de mercado agropecuário.
Em um país onde o churrasco é símbolo de confraternização e o ovo frito acompanha o arroz e feijão do dia a dia, a proteína animal não é apenas uma questão nutricional — é também parte da identidade cultural brasileira. Com equilíbrio e informação, esses alimentos continuam sendo aliados da saúde e da tradição.
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Fontes e especialistas citados:
– Nutricionista Carla Mendes: Perfil profissional – Dietbox | Instagram
– João Batista Souza – CRT-SP: Participação no CONREF 2025